"Passam casais futuros, passam os pares das costureiras, passam rapazes com pressa de prazer, fumam no seu passeio de sempre os reformados de tudo, a uma ou outra porta reparam em pouco os vadios parados que são donos das lojas. Lentos, fortes e fracos, sonambulizam em molhos ora muito ruidosos ora mais que ruidosos. Gente normal surge de vez em quando. (...)
Passa tudo isso, e nada de tudo isso me diz nada, tudo é alheio ao meu destino, alheio até, ao destino próprio (...) salada colectiva de vida."
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