Adoro pisar gravilha e sentir o barulho das pedras em movimento. Passar por entre carros de um estacionamento e imaginar corpos lá dentro. Olhar pela porta de um supermercado fechado e ver pessoas realmente úteis a trabalhar. Atravessar uma ponte pedestre que cruza a estrada e atrever-me a considerações mórbidas. Tocar notas musicais na cabeça e não fazer ideia do que são. Ser mais um no cemitério dos que ainda estão vivos.
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