Por um lado, gostava de ter os mesmos lamentos e inquietações que tem a minha gata. Por outro, gosto de comer à mesa e do leite misturado com chocolate em pó.
Lembro-me que, talvez pela falta de sentido, talvez porque sim ou se calhar porque não, nada me preocupa. Se existe algo a preocupar-me, não deveria existir. No final serei sempre ridículo como sempre fui, provavelmente com menos dentes, a pele mais enrugada e um pouco menos de preocupações.
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