domingo, 25 de março de 2012

Às vezes penso que sou mais inteligente que uma cabeça de alfinete.

Que raio, elas nem conseguem convergir o olhar!
Às vezes penso que não tenho sequer a inteligência de uma cabeça de alfinete. Depois, em própria defesa, odeio todas as cabeças de alfinete que existem. E fico feliz, porque tenho um motivo válido para odiar alguma coisa. Convicto de que até no ódio há burocracia e regras parvas a seguir.

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