À meia noite, sozinho, parei em frente a uma porta entreaberta de um prédio antigo na Rua dos Combatentes. Lá dentro estava tudo escuro, não sei se do contraste, não sei se de propósito. Não entrei, não sabia se haveria de entrar.
A minha música favorita seria a mesma se tivesse entrado. Mas a imagem ficou-me na cabeça o resto da viagem, pelo menos o resto da viagem. Era uma viagem, certo?
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