quinta-feira, 4 de junho de 2015

Noite 25

Esta noite tive mais um sonho premonitório. A casa nova dela continha, cá fora, uma espécie de passagem aérea desde o portão até uma enorme portada de vidros reflectores, sobre um jardim de ramos largos e compridos. Dava ideia de ser uma casa grande mas horrorosa e assustadora. Eu tentei convencê-la de que nada estava perdido. Estava tudo, efectivamente, perdido. E eu sabia disso.

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