terça-feira, 2 de junho de 2015

Noite 23

10.12.2011:
"Antevejo já com severo transtorno a morte anunciada do meu dia-a-dia. Não sou de estrelas, tão pouco de bruxarias. Enxergo sinais simples. Prevejo só a falta de futuro como um fardo nos ombros.
Há uma crónica impressão de estorvo em cada um dos ciclos que passam, nos lugares que habito, na pessoa do outro."


17.12.2011:
"Tento reter uma lição na vida.
Nunca gostar mais de alguém do que alguém gosta de mim.
Nunca gostar menos de alguém do que alguém gosta de mim.
Adaptar-me, simplesmente. Aprender a falhar menos, ou a falhar melhor."

Nothing to say, nothing to see, nothing to do.

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