Da varanda do meu quarto, como que por magia, era possível olhar para baixo e ver o quinto andar de um prédio onde supostamente ela viveria. E eu espreitava sempre com receio, como se alguém me fosse fazer mal. Ela não vivia lá, mas acordei com a ideia que sim. Agora já não me consigo lembrar. A verdade importa pouco, de facto.
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