Assim como em tantas outras coisas na vida, todos temos os momentos de catarse intelectual. Um ponto de viragem de personalidade e de pensamento que acolhemos e reacolhemos em loop, numa meditação digna dos melhores monges budistas. Procuro-a amiúde nos locais do costume, da mesma forma, pelos mesmos propósitos.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Há um vídeo disto de 10 horas!!!!
Todos temos os momentos especiais de catarse contra alguma coisa. Pessoalmente, encontro-a com frequência em filmes e séries que me marcaram de algum modo. Faço rewinds e fastforwards à procura daquele trechozinho que me vem sempre à cabeça quando as circunstâncias o justificam. Envolvo-me como se eu próprio fizesse parte do enredo. Vibro, repito os diálogos e dou murros na mesa. Levanto-me, salto, faço movimentos de karaté e grito até me mandarem fazer pouco barulho. A transformação do Gohan contra o Cell... o "I am Maximus..." do Russell Crowe contra o Joaquin Phoenix... ou, porque não, aquele golo do Benfica contra o porto....
Assim como em tantas outras coisas na vida, todos temos os momentos de catarse intelectual. Um ponto de viragem de personalidade e de pensamento que acolhemos e reacolhemos em loop, numa meditação digna dos melhores monges budistas. Procuro-a amiúde nos locais do costume, da mesma forma, pelos mesmos propósitos.
Assim como em tantas outras coisas na vida, todos temos os momentos de catarse intelectual. Um ponto de viragem de personalidade e de pensamento que acolhemos e reacolhemos em loop, numa meditação digna dos melhores monges budistas. Procuro-a amiúde nos locais do costume, da mesma forma, pelos mesmos propósitos.
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