Uma vez, há uns anos, e já por este motivo, pedi a alguém que a traduzisse para mim. Não foi a uma pessoa qualquer, foi ao melhor inglês que já conheci.
Ficou pior. Outra coisa não se adivinhava. Ficou pior.
Há uma incoerência subtil, algures na mistura de conceitos de morte e amor, que me chega como um defeito de percepção.
A música é estranha de si mesma, diga-se. Perde-se pouco no final, o quer que esta frase também queira dizer.
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