segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Nobody else will be there, then
Crushed on the train
We'd stand by the window
Sweat through the hard parts of June
We hugged it out and ducked it on purpose
Nothing else I needed to do
We'd stand by the window
Sweat through the hard parts of June
We hugged it out and ducked it on purpose
Nothing else I needed to do
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
sábado, 18 de novembro de 2017
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
We're half awake, in a fake empire
Hoje vi uma miúda da minha idade, com expectativa de vida inferior a seis meses, entrar no consultório com melhor estado de espírito e mais animada do que quem tem uma gripe. Ela acredita que com ela é que vai ser. Vai contrariar o mundo e vencer a doença; como acredita o doente seguinte, de 65 anos. Esse um pouco mais desanimado, que o ex-colega de quarto de hospital, com a mesmíssima doença, na altura todo vivaço e cheio de força, deixou-se ir.
"O pior é quando estes doentes se vão abaixo psicologicamente", disse-me ele. "Mas não vale a pena ficares a pensar nisso", disse-me ele.
Não pensemos nisso então. Não vale a pena.
Ocupemo-nos do que vale realmente a pena, assim repeditamente, até que o cansaço nos tome.
"O pior é quando estes doentes se vão abaixo psicologicamente", disse-me ele. "Mas não vale a pena ficares a pensar nisso", disse-me ele.
Não pensemos nisso então. Não vale a pena.
Ocupemo-nos do que vale realmente a pena, assim repeditamente, até que o cansaço nos tome.
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
A todos os comentários do facebook
Sr. Rui de Abreu, não sou contra nem a favor do que escreveu, mas daqui de onde estou a ler deu-me a sensação de que você é um granda conas. Um forte abraço.
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
domingo, 3 de setembro de 2017
O cão do meu vizinho morreu
Aquele grandalhão que assustava as pessoas na rua.
You have an eye for animals Lois, this horse is brain damaged.
You have an eye for animals Lois, this horse is brain damaged.
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Average dick club
Bem vistas as coisas, é sobre pilas medianas que se exageram os caprichos do mundo.
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
5 meses
Desligaram as luzes do campo de santa cruz agora mesmo.
Desligaram as luzes do campo de santa cruz agora mesmo.
Saí de casa para desanuviar. Trouxe comigo uma água com gás, um cigarro e um isqueiro. Entornei a puta da garrafa por cima do cigarro e o isqueiro não funciona.
Desligaram as luzes do campo de santa cruz agora mesmo porque não está ninguém a jogar.
Que se foda, vou-me embora pra casa.
Desligaram as luzes do campo de santa cruz agora mesmo.
Saí de casa para desanuviar. Trouxe comigo uma água com gás, um cigarro e um isqueiro. Entornei a puta da garrafa por cima do cigarro e o isqueiro não funciona.
Desligaram as luzes do campo de santa cruz agora mesmo porque não está ninguém a jogar.
Que se foda, vou-me embora pra casa.
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
segunda-feira, 24 de julho de 2017
domingo, 23 de julho de 2017
domingo, 16 de julho de 2017
quinta-feira, 13 de julho de 2017
segunda-feira, 10 de julho de 2017
quarta-feira, 5 de julho de 2017
terça-feira, 4 de julho de 2017
I wonder how many of you can remember the italian word for spoon
Há um sketch dos Monthy Phython sobre uma aula de italiano em que o único na sala que não vem de Itália é o professor.
quarta-feira, 28 de junho de 2017
sábado, 24 de junho de 2017
domingo, 18 de junho de 2017
quinta-feira, 8 de junho de 2017
segunda-feira, 29 de maio de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
segunda-feira, 22 de maio de 2017
sábado, 29 de abril de 2017
quarta-feira, 26 de abril de 2017
RAP
Uma vassoura, um automóvel, um partido político, têm serventia. O humor faz parte daquele grupo de coisas muito importantes que não servem para nada. Como o amor, por exemplo.
sábado, 22 de abril de 2017
Um mês
E continuo tão fumador como no momento em que aquele cigarro me queimou os dedos antes de o apagar.
GD
Ele ainda gosta dela.
"Conheci ela no jazz. Essa frase pode parecer romântica se você imaginar alguém tocando Cole Porter num subsolo esfumaçado de Nova York. Mas o jazz em questão era aquela aula de dança que todas as garotas faziam nos anos 1990 –onde ouvia-se tudo menos jazz. Ela fazia jazz. Minha irmã fazia jazz. Eu não fazia jazz mas ia buscar minha irmã no jazz. Ela estava lá. Dançando. Nunca vou me esquecer: a música era "You Oughta Know", da Alanis.
Quando as meninas se jogavam no chão, ela ficava no alto. Quando iam pra ponta dos pés, ela caía de joelhos. Quando se atiravam pro lado, trombavam com ela que se lançava pro lado oposto. Os olhos, sempre imensos e verdes, deixavam claro que ela não fazia ideia do que estava fazendo. Foi paixão à primeira vista. Só pra mim, acho.
Passamos algumas madrugadas conversando no ICQ ao som de Blink 182 e Goo Goo Dolls. De lá, migramos pro MSN. Do MSN pro Orkut, do Orkut pro inbox, do inbox pro SMS.
Começamos a namorar quando ela tinha 20 e eu 23, mas parecia que a vida começava ali. Vimos todas as séries. Algumas várias vezes. Fizemos todas as receitas existentes de risoto. Queimamos algumas panelas de comida porque a conversa tava boa. Escolhemos móveis sem pesquisar se eles passavam pela porta. Escrevemos juntos séries, peças de teatro, filmes. Fizemos uma dúzia de amigos novos e junto com eles o Porta dos Fundos. Fizemos mais de 50 curtas só nós dois —acabei de contar. Sofremos com os haters, rimos com os shippers. Viajamos o mundo dividindo o fone de ouvido. Das dez músicas que mais gosto, sete foi ela que me mostrou. As outras três foi ela que compôs. Aprendi o que era feminismo e também o que era cisgênero, gas lighting, heteronormatividade, mansplaining e outras palavras que o Word tá sublinhando de vermelho porque o Word não teve a sorte de ser casado com ela.
Um dia, terminamos. E não foi fácil. Choramos mais que no final de "How I Met Your Mother". Mais que no começo de "Up". Até hoje, não tem um lugar que eu vá em que alguém não diga, em algum momento: cadê ela? Parece que, pra sempre, ela vai fazer falta. Se ao menos a gente tivesse tido um filho, eu penso. Levaria pra sempre ela comigo.
Essa semana, pela primeira vez, vi o filme que a gente fez juntos —não por acaso uma história de amor. Achei que fosse chorar tudo de novo. E o que me deu foi uma felicidade muito profunda de ter vivido um grande amor na vida. E de ter esse amor documentado num filme —e em tantos vídeos, músicas e crônicas. Não falta nada."
"Conheci ela no jazz. Essa frase pode parecer romântica se você imaginar alguém tocando Cole Porter num subsolo esfumaçado de Nova York. Mas o jazz em questão era aquela aula de dança que todas as garotas faziam nos anos 1990 –onde ouvia-se tudo menos jazz. Ela fazia jazz. Minha irmã fazia jazz. Eu não fazia jazz mas ia buscar minha irmã no jazz. Ela estava lá. Dançando. Nunca vou me esquecer: a música era "You Oughta Know", da Alanis.
Quando as meninas se jogavam no chão, ela ficava no alto. Quando iam pra ponta dos pés, ela caía de joelhos. Quando se atiravam pro lado, trombavam com ela que se lançava pro lado oposto. Os olhos, sempre imensos e verdes, deixavam claro que ela não fazia ideia do que estava fazendo. Foi paixão à primeira vista. Só pra mim, acho.
Passamos algumas madrugadas conversando no ICQ ao som de Blink 182 e Goo Goo Dolls. De lá, migramos pro MSN. Do MSN pro Orkut, do Orkut pro inbox, do inbox pro SMS.
Começamos a namorar quando ela tinha 20 e eu 23, mas parecia que a vida começava ali. Vimos todas as séries. Algumas várias vezes. Fizemos todas as receitas existentes de risoto. Queimamos algumas panelas de comida porque a conversa tava boa. Escolhemos móveis sem pesquisar se eles passavam pela porta. Escrevemos juntos séries, peças de teatro, filmes. Fizemos uma dúzia de amigos novos e junto com eles o Porta dos Fundos. Fizemos mais de 50 curtas só nós dois —acabei de contar. Sofremos com os haters, rimos com os shippers. Viajamos o mundo dividindo o fone de ouvido. Das dez músicas que mais gosto, sete foi ela que me mostrou. As outras três foi ela que compôs. Aprendi o que era feminismo e também o que era cisgênero, gas lighting, heteronormatividade, mansplaining e outras palavras que o Word tá sublinhando de vermelho porque o Word não teve a sorte de ser casado com ela.
Um dia, terminamos. E não foi fácil. Choramos mais que no final de "How I Met Your Mother". Mais que no começo de "Up". Até hoje, não tem um lugar que eu vá em que alguém não diga, em algum momento: cadê ela? Parece que, pra sempre, ela vai fazer falta. Se ao menos a gente tivesse tido um filho, eu penso. Levaria pra sempre ela comigo.
Essa semana, pela primeira vez, vi o filme que a gente fez juntos —não por acaso uma história de amor. Achei que fosse chorar tudo de novo. E o que me deu foi uma felicidade muito profunda de ter vivido um grande amor na vida. E de ter esse amor documentado num filme —e em tantos vídeos, músicas e crônicas. Não falta nada."
domingo, 16 de abril de 2017
quarta-feira, 12 de abril de 2017
Dia 21
Daqui a meia hora faz 3 semanas que não fumo, e só de pensar nisso apetece-me fumar um cigarro... para festejar.
domingo, 9 de abril de 2017
Dia 18
Continuo sem fumar, continuo sem me sentir feliz, continuo a alternar uma sensação de bem-estar com uma sensação de não estar de todo, continuo a afogar com as duas mãos um vazio que já não me pertence.
Mas sabia-me bem agora um cigarrinho, isso sabia. No Penedo da Saudade, nesta hora do costume, naqueles pensamentos idos e vindos que nunca aconteceram a não ser no intervalo entre um isqueiro e uma beata.
Agora voo tão baixo que até de cigarros se limitam os meus sonhos.
Mas sabia-me bem agora um cigarrinho, isso sabia. No Penedo da Saudade, nesta hora do costume, naqueles pensamentos idos e vindos que nunca aconteceram a não ser no intervalo entre um isqueiro e uma beata.
Agora voo tão baixo que até de cigarros se limitam os meus sonhos.
quarta-feira, 29 de março de 2017
Vaiam-se foder todos
Hoje houve uma pessoa que me perguntou qual era a minha cor favorita.
Eu disse-lhe que não tinha, mas que se pudesse pintar o mundo duma cor pintava-o de merda, e depois com umas pintas assim vermelhas, por causa do Benfica.
E se pudessemos ver, em lugar das nuvens, uma frase tua escrita no céu, qual escolherias?
Eu disse-lhe que não tinha, mas que se pudesse pintar o mundo duma cor pintava-o de merda, e depois com umas pintas assim vermelhas, por causa do Benfica.
E se pudessemos ver, em lugar das nuvens, uma frase tua escrita no céu, qual escolherias?
Dia 8
Passei o dia com a sensibilidade exagerada de quem lhe apetece abraçar as pessoas e dizer-lhes que as adora e chorar e tudo isto ao mesmo tempo, numa exclamação de paneleirismo só justificada pela falta de nicotina.
Sinto-me muito deprimido, naquelas espirais de pensamentos destrutivos que não têm maneira de parar. Ontem à noite lembrei-me de ligar à minha antiga psicóloga, se é que posso dizer minha, e antiga. Hoje pensei em ligar ao psiquiatra que me passou uns medicamentozitos há uns 4 anos.
Em termos práticos acho que vou só mudar a minha foto de perfil do facebook. Meter assim uma cena mais de ocasião, uma merda mais coiso..., que traduza melhor a minha maneira de pensar o mundo. Se é que o mundo tem algum papel no meio disto tudo.
Sinto-me muito deprimido, naquelas espirais de pensamentos destrutivos que não têm maneira de parar. Ontem à noite lembrei-me de ligar à minha antiga psicóloga, se é que posso dizer minha, e antiga. Hoje pensei em ligar ao psiquiatra que me passou uns medicamentozitos há uns 4 anos.
Em termos práticos acho que vou só mudar a minha foto de perfil do facebook. Meter assim uma cena mais de ocasião, uma merda mais coiso..., que traduza melhor a minha maneira de pensar o mundo. Se é que o mundo tem algum papel no meio disto tudo.
segunda-feira, 27 de março de 2017
Desculpa outra vez
"And I'll be with you, behind the couch
When they come on a different day, just like this one"
When they come on a different day, just like this one"
Dias 3, 4 e 5
Foram todos uma merda na medida em que não fumei nenhum cigarro.
Mais de resto, nada tenho de especial para contar.
Fui a Madrid. Os espanhóis fumam como o caralho. Sortudos!
Mais de resto, nada tenho de especial para contar.
Fui a Madrid. Os espanhóis fumam como o caralho. Sortudos!
sexta-feira, 24 de março de 2017
quinta-feira, 23 de março de 2017
Dia 1
Fumei ontem, por esta hora, enquanto ouvia a minha música favorita, aquele que espero ter sido o meu último cigarro.
Estou há mais de um dia inteiro sem fumar. Foi a primeira vez, em quase 4 anos, que estive tanto tempo seguido sem acender um cigarro.Esta manhã acordei a pensar em fumar, levantei-me a pensar em fumar, falei com as pessoas a pensar em fumar e as pessoas falaram para mim estando eu completamente alienado da conversa, a pensar em fumar. Pensei mais em fumar que aquilo que pensamos em alguém por quem estamos completamente apaixonados. Mas eu sou um apaixonado por cigarros, não tenho dúvidas nenhumas.
Estou triste, fumar um cigarro é aquilo que mais gosto de fazer na vida e a única coisa que me faz verdadeiramente feliz. Senti-me melancólico e vazio durante o dia. Não pelo craving do tabaco mas pela infelicidade da minha decisão de deixar de fumar.
Um texto horrível, num dia horrível. A repetir.
Estou triste, fumar um cigarro é aquilo que mais gosto de fazer na vida e a única coisa que me faz verdadeiramente feliz. Senti-me melancólico e vazio durante o dia. Não pelo craving do tabaco mas pela infelicidade da minha decisão de deixar de fumar.
Um texto horrível, num dia horrível. A repetir.
terça-feira, 21 de março de 2017
quinta-feira, 16 de março de 2017
Do sítio onde jantei via-se ao longe um prédio alto onde nunca fui feliz. Imaginei-lhe um futuro que não vai acontecer e projectei-o num passado que a ele, especificamente, não corresponde nem existiu.
O prédio era de cor castanha tipo avermelhada, construído numa daquelas arquitecturas que não são antigas mas também não são modernas, com as varandas saídas para fora e janelas com persianas que só deixam entrar luz quando lhes apetece.
O prédio era de cor castanha tipo avermelhada, construído numa daquelas arquitecturas que não são antigas mas também não são modernas, com as varandas saídas para fora e janelas com persianas que só deixam entrar luz quando lhes apetece.
domingo, 12 de março de 2017
I think I saw you riding in a car,
You looked happy for a woman
Black fingers in your mouth and a white,
And a white pearl choker.
My head plays it over and over,
Don't interrupt me.
I think I saw you reaching for a glass,
With your lanky white arms,
Nothing else moves that way, are you kidding me?
My head plays it over and over,
Don't interrupt me.
All dolled-up in straps, all colored in
Now, love, where have you been?
Dolled-up in straps, all colored in
Now, love, where have you been?
Where have you been?
I think I saw you walking in the city,
Hips like boy's,
The sun fell behind you and never stood up.
My head plays it over and over.
I think I heard you singing,
'Oh poor sky, don't cry on me
Did somebody break your heart again?
Oh poor sky, don't cry on me
Are you gonna fall apart again?'
My head plays it over and over.
You looked happy for a woman
Black fingers in your mouth and a white,
And a white pearl choker.
My head plays it over and over,
Don't interrupt me.
I think I saw you reaching for a glass,
With your lanky white arms,
Nothing else moves that way, are you kidding me?
My head plays it over and over,
Don't interrupt me.
All dolled-up in straps, all colored in
Now, love, where have you been?
Dolled-up in straps, all colored in
Now, love, where have you been?
Where have you been?
I think I saw you walking in the city,
Hips like boy's,
The sun fell behind you and never stood up.
My head plays it over and over.
I think I heard you singing,
'Oh poor sky, don't cry on me
Did somebody break your heart again?
Oh poor sky, don't cry on me
Are you gonna fall apart again?'
My head plays it over and over.
Pedras, calhaus e pintelhos
É o nome que teria escolhido para o meu blogue se, em vez de um ser mediano, tivesse nascido um génio.
segunda-feira, 6 de março de 2017
Sadly, he lost his perspective. He went mad.
Mais uma série de merda, prepotente, cheia de filosofia barata, a transbordar de si própria.
Gostei. Gostei o suficiente.
domingo, 26 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Lul
The best love is unexpected. You don't just pick someone and cross your fingers it'll work out. You meet them by fate and it's an instant connection, and the chemistry between you is way above your head. You just talk and notice the way their lips curve when they smile and all at once you know you're either lucky or screwed.
A Rita fez anos esta semana e foi a primeira vez, desde os meus 14 anos, que não lhe dei os parabéns. Evidentemente que me lembrei do aniversário dela, mas... como dizer?, é como se não me tivesse apetecido, sem que seja bem isso.
E este não ser bem isso mas parecer que é, tem-me dado que pensar. Não nesta situação em particular, porque não é o caso. Falei disto só por falar, como quem chega e coiso... Falei porque me apeteceu, se o posso dizer assim. Se não puder que se foda, que também já cá faltava.
Isto do blog, parecendo que não, acaba por ser um pouco aleatório, com tendência a piorar.
Parabéns Rita, muita saúde e felicidades!
E este não ser bem isso mas parecer que é, tem-me dado que pensar. Não nesta situação em particular, porque não é o caso. Falei disto só por falar, como quem chega e coiso... Falei porque me apeteceu, se o posso dizer assim. Se não puder que se foda, que também já cá faltava.
Isto do blog, parecendo que não, acaba por ser um pouco aleatório, com tendência a piorar.
Parabéns Rita, muita saúde e felicidades!
84benfiquista
Há uns anos atrás, um senhor de oitenta e poucos anos teve um AVC em directo na televisão, e o vídeo da situação foi partilhado e largamente comentado no youtube.
#thinkoutsidethebox
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
He was a bricklayer; for fifty years, in Italy, America, France, then again in Italy, and finally in Germany, he had laid bricks, and every brick had been cemented with curses. He cursed continuously, but not mechanically; he cursed with method and care, acrimoniously, pausing to find the right word, frequently correcting himself and losing his temper when unable to find the word he wanted; then he cursed the curse that would not come.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
I will follow you into the dark
Nunca percebi bem o significado desta música, não sei se por não dominar a língua, se por deficiência de conceitos, se por inaptidão de sentimentos. Há qualquer coisa na letra que me passa ao lado.
Uma vez, há uns anos, e já por este motivo, pedi a alguém que a traduzisse para mim. Não foi a uma pessoa qualquer, foi ao melhor inglês que já conheci.
Ficou pior. Outra coisa não se adivinhava. Ficou pior.
Há uma incoerência subtil, algures na mistura de conceitos de morte e amor, que me chega como um defeito de percepção.
A música é estranha de si mesma, diga-se. Perde-se pouco no final, o quer que esta frase também queira dizer.
Olá, o meu nome é José Pedro Leite, tenho 28 anos e, com boa probabilidade, quero que tu te fodas. No meu íntimo, aqui bem dentro onde se guardam as coisas que ficam, é isso que eu quero.
É por isso que estou a chorar. É por isso que estou tão triste e me dói o peito. Porque quero que vocês todos se fodam.
É por isso que estou a chorar. É por isso que estou tão triste e me dói o peito. Porque quero que vocês todos se fodam.
domingo, 12 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
sábado, 21 de janeiro de 2017
???
"- O senhor doutor escreve à esquerda?!"
"- Escrevo sim, querida."
"- Oh, não tem mal. Não se preocupe com isso."
"- Escrevo sim, querida."
"- Oh, não tem mal. Não se preocupe com isso."
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
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