sexta-feira, 6 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
10 de Dezembro de 2011
Encantam-me, falo de deslumbramento até, as coisas simples que as pessoas de quem gosto fazem de forma natural. Aquelas que não se pensam nem se controlam. Aquelas... as espontâneas.
Renasce-me, ao observá-las, uma admiração fulgente pelo primitivo, e uma atracção insana pelo elementar. Admiro-lhes o que é diferente, sim, mas também os alicerces que o sustentam.
É difícil que em mim alguém se construa apenas de pirâmides enigmáticas ou de castelos de cartas ocultas. Eu gosto porque sim, porque essa é a minha maneira favorita de gostar. Se há, por um lado, o fascínio frágil pelo original, há, por outro, o magnetismo enérgico pela virtude íntegra do ordinário.
Hoje, foi porque sabe ler, tão só.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Vou deixar de fumar.
Não quero que tenhas um cancro do pulmão! Ouviste? Não me fodas!
Não me fodas!
Sim, tu!
Não me fodas!
Sim, tu!
Sem-abrigo
O homem não tem o que fazer ao tempo ou às notícias de jornal. Nem à camisola azul de todos os dias, que diz "Pall Mall" num quadrado vermelho.
Existi-lo incomoda-me o espaço. Fico-lhe um pouco mais ridículo de cada vez que o vejo. A ele e ao que lhe não é. Quase tudo o resto, portanto, excluindo o acima enumerado.
Existi-lo incomoda-me o espaço. Fico-lhe um pouco mais ridículo de cada vez que o vejo. A ele e ao que lhe não é. Quase tudo o resto, portanto, excluindo o acima enumerado.
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