quarta-feira, 30 de setembro de 2015
domingo, 27 de setembro de 2015
FP IV
Eu amo tudo o que foi
Tudo o que já não é
A dor que já me não dói
A antiga e errónea fé
O ontem que a dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia.
Tudo o que já não é
A dor que já me não dói
A antiga e errónea fé
O ontem que a dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Não o engulas, por favor
I have only two emotions
Careful fear and dead devotion
I can't get the balance right
Throw my marbles in the fight
I see all the ones I wept for
All the things I had it in for
I won't cry until I hear
Cause I was not supposed to be here
Careful fear and dead devotion
I can't get the balance right
Throw my marbles in the fight
I see all the ones I wept for
All the things I had it in for
I won't cry until I hear
Cause I was not supposed to be here
Bloodbuzz
Não te esqueças nunca de mim
Nem do quanto te amo
Nem do quanto me proponho a amar-te.
Todos os dias.
Incondicionalmente.
Ainda e sempre, depois de tudo o que se passou.
Nem do quanto te amo
Nem do quanto me proponho a amar-te.
Todos os dias.
Incondicionalmente.
Ainda e sempre, depois de tudo o que se passou.
HH
"Não sei como dizer-te que minha voz te procura
e a atenção começa a florir, quando sucede a noite
esplêndida e vasta.
Não sei o que dizer, quando longamente teus pulsos
se enchem de um brilho precioso
e estremeces como um pensamento chegado. Quando,
iniciado o campo, o centeio imaturo ondula tocado
pelo pressentir de um tempo distante,
e na terra crescida os homens entoam a vindima
— eu não sei como dizer-te que cem ideias,
dentro de mim, te procuram.
Quando as folhas da melancolia arrefecem com astros
ao lado do espaço
e o coração é uma semente inventada
em seu escuro fundo e em seu turbilhão de um dia,
tu arrebatas os caminhos da minha solidão
como se toda a casa ardesse pousada na noite.
— E então não sei o que dizer
junto à taça de pedra do teu tão jovem silêncio.
Quando as crianças acordam nas luas espantadas
que às vezes se despenham no meio do tempo
— não sei como dizer-te que a pureza,
dentro de mim, te procura.
Durante a primavera inteira aprendo
os trevos, a água sobrenatural, o leve e abstracto
correr do espaço —
e penso que vou dizer algo cheio de razão,
mas quando a sombra cai da curva sôfrega
dos meus lábios, sinto que me faltam
um girassol, uma pedra, uma ave — qualquer
coisa extraordinária.
Porque não sei como dizer-te sem milagres
que dentro de mim é o sol, o fruto,
a criança, a água, o deus, o leite, a mãe,
o amor,
que te procuram."
e a atenção começa a florir, quando sucede a noite
esplêndida e vasta.
Não sei o que dizer, quando longamente teus pulsos
se enchem de um brilho precioso
e estremeces como um pensamento chegado. Quando,
iniciado o campo, o centeio imaturo ondula tocado
pelo pressentir de um tempo distante,
e na terra crescida os homens entoam a vindima
— eu não sei como dizer-te que cem ideias,
dentro de mim, te procuram.
Quando as folhas da melancolia arrefecem com astros
ao lado do espaço
e o coração é uma semente inventada
em seu escuro fundo e em seu turbilhão de um dia,
tu arrebatas os caminhos da minha solidão
como se toda a casa ardesse pousada na noite.
— E então não sei o que dizer
junto à taça de pedra do teu tão jovem silêncio.
Quando as crianças acordam nas luas espantadas
que às vezes se despenham no meio do tempo
— não sei como dizer-te que a pureza,
dentro de mim, te procura.
Durante a primavera inteira aprendo
os trevos, a água sobrenatural, o leve e abstracto
correr do espaço —
e penso que vou dizer algo cheio de razão,
mas quando a sombra cai da curva sôfrega
dos meus lábios, sinto que me faltam
um girassol, uma pedra, uma ave — qualquer
coisa extraordinária.
Porque não sei como dizer-te sem milagres
que dentro de mim é o sol, o fruto,
a criança, a água, o deus, o leite, a mãe,
o amor,
que te procuram."
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Apaixonado pelos casais futuros
Gosto daqueles sorrisos em que os caninos são um pouco mais amarelos que os incisivos. Normalmente isso associa-se a dentes direitinhos e a um semblante simpático.
Já estamos a chegar ao fim de Setembro de 2015. O tempo passa...
Já estamos a chegar ao fim de Setembro de 2015. O tempo passa...
domingo, 20 de setembro de 2015
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Voltei a Coimbra mas é dia de despedidas
O que nunca te direi,
Tu terias que entender
Aquilo que nem eu sei."
Não te esqueças nunca de mim, e dos momentos que vivemos, por muito longínquos e remotos, quase inexistentes, que um dia certamente virão a parecer.
E assim se articula uma frase como se articula a puta da vida.
E assim se articula uma frase como se articula a puta da vida.
sábado, 5 de setembro de 2015
Dia Mundial da Nostalgia dos Tempos de Liceu (2)
Como os tempos mudam... Onde vai a altura em que tudo que sabia fazer era jogar futebol e ficar sozinho atrás da escola a ouvir música fodida dos cornos? Achava-me mais inteligente que tudo e todos, ainda não fumava um maço de cigarros por dia, não tinha o cérebro enterrado em merda sem interesse, não queria ir para medicina e que se fodessem mais aos meus pais e à opinião dos outros.
Agora não sei fazer nada, mas sou um pouco menos estranho, e disfarço bem melhor.
Agora não sei fazer nada, mas sou um pouco menos estranho, e disfarço bem melhor.
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